A Austrália que você não conhece

A Austrália que você não conhece

Para além das praias de areia branca, do surfe e da vida noturna, a Austrália guarda maravilhas naturais que nenhum outro país tem igual. Pelas estradas retas em direção ao centro do país, o horizonte plano facilita enxergar a areia se tornando mais vermelha, a vegetação diminuindo de tamanho e de densidade.

O coração da Austrália é o chamado Red Center, o centro vermelho. Deserto povoado a milhares de anos pelos aborígenes e suas histórias de sonhos contadas na areia e nas pedras. O viajante logo se assombra ao avistar, à distância, a gigantesca pedra de Ayers Rock.

Considerada ponto de encontro e sagrada por diversas tribos, seu nome aborígene é Uluru. De luxuosas cabanas dentro do parque Uluru-Kata Tjuta (formação rochosa irmã de Uluru e igualmente impressionante), é possível sentir a energia espiritual que o centro do deserto emana.

Acordando cedo, é possível ver a cor da grande pedra mudando com os primeiros raios de sol, do negro da noite, pelo roxo dos primeiros raios da manhã, para o vermelho do sol despontando até a cor mostarda que finalmente permanece até o final do dia.

Porém, para estar desperto tão cedo é preciso não se encantar tanto com o céu noturno do deserto. Considerado um dos mais bonitos do mundo, a ponto de ficar sem dormir para ver as estrelas se movendo pelo céu.

Pé na areia

Mas quando praias devem fazer parte do roteiro, a costa sul da Austrália é opção que não pode ser descartada. Os ventos e águas gelados vindos do Pólo Sul moldaram as pedras e a terra de forma única. Os 12 Apóstolos e o Arco Londrino são exemplos que contam essa história e parecem de outro mundo.

A estrada que liga as cidades de Melbourne e Adelaide, segue a linha da costa e é considerada uma das mais bonitas do planeta. Com direito a eucaliptos repletos de coalas nas margens, você pode ser surpreendido por bandos de cangurus atravessando a pista.

Se todas essas maravilhas parecem carecer de água do mar, a Austrália também abriga uma das maiores maravilhas naturais do oceano: a Grande Barreira de Coral. Com mais de 2 mil km de comprimento e até 700 km de comprimento, os recifes, ilhas e atóis são praticamente um universo à parte em meio ao azul do mar.

Mas o que parecem ilhas e formações rochosas na superfície, são, na verdade, as paisagens mais coloridas e vibrantes de todo o país. Peixes, corais, esponjas, anêmonas, moluscos e crustáceos formam um retrato único da vida marinha.

Depois de um dia de sol e mergulho, ainda é possível descansar em deques com vista para a imensidão azul e até mesmo relaxar em spas de beleza ao som das ondas batendo nos atóis próximos.

 

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